“Te desejo uma fé enorme. Em qualquer coisa, não importa o quê. Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias. Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estiver doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. Se não tiver, a gente inventa. Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma. Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.”— Caio Fernando Abreu.
(Fonte: luvcry)
“Aos poucos eu percebi, que se apaixonar é inevitável, e que as melhores provas de amor são as mais simples… Um dia percebemos que o comum não nos atrai, e que ser classificado como bonzinho não é bom. Um dia percebemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você. Um dia saberemos a importância da frase: “Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa”. Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, e que não damos valor a isso! Que homem de verdade não é aquele que tem mil mulheres, mas aquele que consegue fazer uma única mulher feliz! Enfim… um dia descobrimos que apesar de viver quase um século, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem de ser dito. O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras.”— Mário Quintana.
(Fonte: itquiet)
por mais que esteja tudo bem
eu ainda sinto essa vontade de fugir
e essa urgência me sufoca porque percebo, cada vez mais, que o que sinto vai além de não me encaixar em lugares
está em não me encontrar mais em mim mesma
porque tenho mudado e ainda não me adaptei com as novas fases
os novos gostos
ou mesmo os novos medos
e já não existem válvulas de escape suficientes
nada faz com que a ansiedade desapareça por completo
coloco em mim pressões absurdas, cobranças que eu mesma inventei
expectativas que não posso preencher
hoje, olhando pra tudo isso
e pro meu interior
noto que preciso me ver com calma e cuidado
assim como enxergo os que estão ao meu redor
não peço de mim muito
ainda que isso hoje ainda esteja tão distante:
eu só quero paz
espero um dia, quem sabe, poder dizer que consegui alcançá-la.
